sábado, 18 de outubro de 2008

LA MÁS BELLA
De Pega
LA MÁS BELLA é uma curiosa revista-objecto dirigida por Diego Ortiz e por Pepe Murciego, cujos números têm suportes completamente diferentes. Desta vez com uma edição de 1.000 exemplares, porque as tiragens nem sempre são iguais.
Este número “De Pega”, vem numa caixa que contém um tabuleiro com uma trincha e um barrete (desenhados por Nuria Mora), cola em pó para papel de parede e fita-cola com a marca “La Más Bella”.
Depois tem selos de artista (María Marticorena, Merz Mail, Cuco Suárez, Los Torreznos, Clemente Padin…) auto-colantes (António Goméz, Francesc Vidal, Natalía Pastor…), um cartaz colectivo, papel pintado para parede (Carlos Pazos), e um estreito catálogo da “La Más Bella na Zé dos Bois”, uma sessão e performances realizada em Dezembro de 2007 na Galeria ZDB, com Yolanda Pérez Herreras, Hilário Alvarez, Fernando Aguiar, Joan Casellas, Nieves Correa, Pepe Murciego & Roxana Popelka e Carlos Llavata.
Publicada pela primeira vez em 1993, LA MÁS BELLA já editou 30 números com um total de cerca de 500 colaboradores.
Diego Ortiz e Pepe Murciego são igualmente os autores da Bellamátic, uma máquina de venda automática, onde se pode adquirir catálogos, revistas, CD’s, livros, vídeos, e que tem sido apresentada em galerias, Festivais de poesia e de performance, sempre com sucesso artístico (porque também é um objecto de arte) e de vendas.

domingo, 12 de outubro de 2008

DEZFACES
DEZFACES foi o título de um jornal cultural do qual saíram dez edições entre 2006 e 2007, que incluiu sobretudo poesia contemporânea a primar pela qualidade de cerca de 150 colaboradores, maioritariamente de Belo Horizonte.
O jornal foi estruturado de modo a serem publicados apenas esses 10 números, sendo 8 deles dirigidos especificamente por cada um dos coordenadores, que se juntaram agora para editar esta antologia com a sua própria obra.
Como tenho o prazer de conhecer pessoalmente metade dos editores e de me corresponder com alguns dos restantes, tive o privilégio de ir recebendo todos os números publicados, e agora esta belíssima DEZFACES, em forma de livro, que reflecte na obra dos coordenadores a qualidade literária patente no jornal.
São eles: Rogério Barbosa da Silva (que escreveu o prefácio), Adriana Versiani, Álvaro Andrade Garcia, Ana Caetano, Camilo Lara, Carlos Augusto Novais, Luciana Tonelli, Marcelo Dolabela, Vera Casa Nova e Marcelo Kraiser, com quem gravei, juntamente com Paola Rettore, alguns vídeo-poemas durante o Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina, 2006.
No texto-poema “à moda de manifesto: as poéticas experimentais e outros que tais”, de Vera Casa Nova é referido o meu nome, que constitui o “link” para esta breve apresentação. Vera Casa Nova é uma professora/poeta “de mão cheia” como diriam no Brasil, da qual recebi os seus livros “Elipses” (poesia), “Fricções – traço, olho e letras” (Ensaios) e “Corpos Seriais” (poesia, com micro-paisagens de Marcelo Kraiser.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

BRAIN CELL Nº 719
Não sei exactamente como hei-de classificar esta originalíssima publicação, se é que se pode considerar, sequer, uma publicação. Habituados que estamos às classificações e a colocar tudo em cacifos pré-organizados, esta obra (pelo menos acho que a posso designar assim) escapa a tudo o que tenho visto ao longo destes 35 anos de actividade criativa.
BRAIN CELL é editada com intervalos de 8 a 12 dias, vai na edição 719 e é constituída por uma folha A-3 impressa por um processo que à primeira vista parece serigráfico, mas será certamente uma electrografia (embora não seja uma tradicional fotocópia a cores), com uma tiragem de 130/150 exemplares normalmente numerados e assinados.
É constituída por endereços, fotografias, logótipos, desenhos, carimbos e por colagens de pequenas tiragens em papel enviadas pelos colaboradores. Este material é trabalhado criativamente pelo Ryosuke Cohen, o autor da façanha, e é depois enviado aos participantes (cerca de 50 por cada edição), publicações em vários países e até para exposições internacionais.
Quando em 1987 organizei o 1º Festival Internacional de Poesia Viva no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz, a participação do Ryosuke Cohen (artista de Osaka) consistiu numa instalação com mais de duas dezenas de edições de BRAIN CELL.
Daí para cá tenho participado em vários números desta aventura, que é igualmente de louvar pela longevidade e regularidade com que o artista/editor a produz.
Na imagem, um pormenor da edição Nº 719.

sábado, 27 de setembro de 2008

LUMINĂ LINĂ
LUMINĂ LINĂ / GRACIOUS LIGHT – Ano XIII Nº 1 é uma revista de cultura romena publicada em New York, escrita praticamente toda em romeno (excepto a peça de teatro de Gheorghe Ciprian).
Tem 160 páginas e apresenta para além da peça referida, teoria, história, prosa, crónica literária, reportagens, textos de opinião, críticas de livros, estudos sobre a cultura romena, e a secção “Universalia” onde apresenta poemas de 4 autores estrangeiros: Wislawa Szymborska (Polónia), vaghea Mihani-Steryu (Macedónia), Alex Amália Câlin (?) e dois poemas meus traduzidos pela professora Elena Liliana Popescu a partir da versão espanhola do poeta Manuel Moya e do tradutor colombiano Carlos Ciro.
Elena Liliana Popescu publicou o ano passado o livro de poemas “Cât de Aproape…/Lo Cerca que Estabas…”, em romeno e em castelhano pela Editura Pelerin, de Bucareste.
Como a língua romena tem algumas semelhanças com a nossa, não resisto a transcrever aqui um dos poemas publicados - “O Dedo”.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

SULSCRITO Nº 2
Editada pelo Círculo Literário do Algarve, em Faro, sob a direcção de Fernando Esteves Pinto, João Bentes e de Pedro Afonso, saiu o segundo número da revista de literatura Sulscrito.
Constituída pelo dossier “Palavra Ibérica” com Diana Almeida, António Orihuela, Miguel Godinho, Cármen Camacho e Luís Filipe Cristóvão, entre outros, e dando destaque aos vencedores do “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”, Amadeu Baptista e Rafael Camarasa, a revista publica essencialmente poesia, um ensaio de Miguel Real e alguns contos.
Entre os restantes participantes estão Eduardo Halfon, Rui Dias Simão, Agustín Calvo Galán, Rodrigo Miragaia (com dois excelentes textos), Fernando Aguiar, José Emílio-Nelson, Rui Costa, José Luís Tavares e Maria do Rosário Pedreira. De destacar a bonita foto da contracapa de Paula Ferro. Para contactos: sulscrito@yahoo.com
O POSSÍVEL DA MEDIDA
Retocar
a seiva
do verbo.

Reflectir
no oculto
da face.

Retirar
o sentido
da rima.

Reservar
o rebordo
da espera

Remeter
à farsa
da fala.
Recear
o toque
no seio.
Reportar
ao trauma
do signo.

Restringir
na proporção
do medo.

Requerer
o oposto
da questão.
E repesar
o possível
da medida.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

OUSTE Nº 16
CRÉATION ET EXAGÉRATION
Editado pelas associações Féroce Marquise e Dernier Télégramme sob a direcção de Hervé Brunaux, saiu o último número da revista francesa OUSTE, de Périgueux, com uma bonita capa de Robert Combas.
São 100 páginas repletas de poemas, contos, fotografias e inúmeros poemas visuais, de autores como Clemente Padin, Alexandra Sá, Julien Blaine, Giovanni Fontana, Démosthène Agrafiotis, Lucien Suel, Quentin Pérochon, Jean-Luc Parant, Jean-Jacques Lebel, Michèle Métail, Thierry Tillier e Arianne Dreyfus, entre muitos outros.
A minha participação nesta OUSTE é com um poema visual feito em colaboração com Pete Spence, e que foi publicado pela primeira vez no livro “INSPISSATIONS”, editado em 1996 pelo Pete em Victoria, na Austrália, numa pequena tiragem, onde incluímos uma dezena de trabalhos feitos em conjunto.
Hervé Bruneaux é igualmente o organizador do Festival EXPOÉSIE, que se tem realizado nos últimos 7 anos na bonita e acolhedora cidade de Périgueux (participei na 1ª edição em 2002), no qual durante uma semana mais de 50 poetas e artistas apresentaram leituras e performances poéticas, música, vídeos, exposições e onde se realizou também uma feira do livro de revistas literárias e de arte.

Pete Spencer & Fernando Aguiar, "Inspissations", 1996

terça-feira, 26 de agosto de 2008

ANTÓNIO ARAGÃO
Falecido no dia 11 de Agosto no Funchal, António Aragão foi um dos precursores da Poesia Experimental em Portugal no início dos anos 60, e da electrografia durante os anos 80, seguido por um grupo de artistas como António Nelos, António Dantas e César Figueiredo, entre outros, que realizaram um importante trabalho nessa área, tendo sido o seu principal teorizador.
Como poeta experimental António Aragão teve uma importância fundamental na criação deste movimento, juntamente com Ana Hatherly, E.M. de Melo e Castro, Salette Tavares, e José-Alberto Marques, estando na origem das revistas “Poesia Experimental 1 e 2” (1964 e 1966), “Operação” (1967), Suplemento do “Jornal do Fundão” (1965) e da “Hidra 2” (1969).
Foi igualmente um dos autores do primeiro happening realizado em Portugal, “Concerto e Audição Pictórica”, juntamente com E. M. de Melo e Castro, Jorge Peixinho, Salette Tavares, Manuel Baptista, Clotilde Rosa e Mário Falcão, em 1965.
Como escritor, António Aragão publicou “Um Buraco na Boca” (1971), o primeiro romance experimental editado em Portugal, e alguns livros de poesia como “Folhema 1” e “Folhema 2”, ambos de 1966, “Os Bancos” (1975) e “Metanemas” (1981).
Em 1968 publicou “mais exacta mente p(r)o(bl)emas”, que foi o livro que fez despertar o interesse pela poesia experimental, e é um dos livros fundamentais na minha formação como poeta visual conforme referi várias vezes, incluindo num Congresso na Cidade do México em que ambos participámos. Transcrevo o final do prefácio do meu livro “Os olhos que o nosso olhar não vê” : “Para o António Aragão uma saudação muito especial porque, com o livro “MAIS EXACTA MENTE P(R)O(BL)EMAS”, comprado num alfarrabista aos 16 anos (juntamente com “POEMAS POSSÍVEIS” de um poeta então desconhecido e hoje Nobel da literatura) me levou irremediavelmente para esta forma de expressão poética.”
A obra do António Aragão ainda não foi estudada convenientemente para que lhe seja dado o destaque que merece na poesia contemporânea em Portugal.
Sempre tive uma enorme admiração e amizade pelo Aragão que participou em mais de três dezenas de actividades organizadas por mim entre Exposições, Festivais, Antologias poéticas e colectâneas de poesia experimental portuguesa publicadas em várias revistas internacionais, e prefiro deixar aqui algumas imagens inéditas deste importante criador e amigo.
Fernando Aguiar, António Aragão e Alberto Pimenta antes (ou depois) da realização de um poema visual conjunto, que esteve exposto na Galeria Diferença, 1985
António Aragão, Março de 1992
António Aragão, Março de 1992
César Espinosa, Fernando Aguiar e António Aragão, Cidade do México, 1990
Poema Visual de António Aragão, sem data
Capa do catálogo-antologia "Concreta. Experimental. Visual" (1989), com um poema visual de António Aragão de 1963

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

BIG ODE #5
POESIA & IMAGEM
“Pesadelo” é o tema do #5 da quadrimestral BIG ODE, com design e edição do Rodrigo Miragaia e coordenação da Maria João Lopes Fernandes.
Desta vez o formato é original: 5 folhas dobradas em 9 partes, resultando em 45 “páginas” num formato próximo do A-5. O design é muito bom (o índice originalíssimo), e a impressão de grande qualidade.
O conteúdo da revista mantém-se fiel ao publicado em números anteriores, o que quer dizer: textos, poesia verbal, poesia visual, bd e fotografia.
De Ângelo Mazzuchelli, António Orihuela, Constança Lucas, Fernando Aguiar, Fernando Esteves Pinto, Hilda Paz, João Samões, Miguel Jimenez, Serge Luigetti, Rute Mota, Francisco Carrola, João Concha, Rui Costa, Maria Calado Pedro, Margem d’Arte e Helen White, para além dos editores e outros autores.
A BIG ODE #5 contou com o apoio da Direcção-Geral das Artes, pode ser consultada no http://www.big-ode.blogspot.com/, e pedida através de bigodemagazine@gmail.com .

Fernando Aguiar, "Naufrágio", 1997

sábado, 9 de agosto de 2008

TERÇAS POÉTICAS
AO INTERIOR DE MINAS GERAIS
A segunda edição das “Terças Poéticas” fora de Belo Horizonte aconteceu no dia 18 de Julho em Cataguases, uma tranquila e bonita cidade no sul de Minas Gerais.
Cataguases aposta forte na cultura. Para além de ser a terra de grandes escritores como Ronaldo Werneck, Joaquim Branco ou P. J. Ribeiro e da lendária revista “Verde”, tem dois bonitos Centros Culturais e um Museu onde decorriam exposições temporárias, fora outros equipamentos similares que não tive oportunidade de conhecer nos dois (meios) dias que lá passei.
Ouvi falar de Cataguases pela primeira vez em 1996, quando a revista “Pensaminto” dirigida pela poetisa Idalina de Carvalho dedicou uma página aos meus poemas visuais, e depois, em 2002, quando colaborei no “Suplemento de Cataguases” pela mão (penso) do Joaquim Branco.
Por dificuldades financeiras, a “Pensaminto” terminou (assim como dezenas de publicações alternativas no Brasil) mas Idalina de Carvalho continua como activista cultural (para além de tomar conta de 90! crianças) e mantém, todos os domingos, na feira que se realiza na Praça Central, uma banca onde divulga vários livros de poesia, onde oferece alguns, e também jornais e outras publicações culturais. Nada é para vender: tudo é para consultar ou oferecer!!!
Regressando às “Terças Poéticas” organizadas pelo Wilmar Silva no Museu Chácara Dona Catarina com o apoio local do Ronaldo Werneck, foi uma noite bem agradável que se iniciou com a leitura de poemas de Guilhermino César (o poeta homenageado) por Renatta Barbosa, a que se seguiu uma leitura do poeta histórico Ronaldo Werneck, autor entre outros de 2 excelentes livros “Selva Selvaggia” e “Noite Americana Doris: Day by Night”, cujo trabalho já conhecia há vários anos e que tive agora o prazer de conhecer pessoalmente, pela simpatia com que nos recebeu e acompanhou durante a nossa estadia.
Depois foi a performance poética de Joaquim Palmeira e de Milton César Pontes, com a energia que caracteriza estes dois poetas mineiros, terminando a sessão de leituras com a minha intervenção.
A seguir foi a vez do artista Anand Rao, que musicou na hora poemas que lhe foram entregues na altura por alguns poetas que estavam a assistir ao evento. Quando o Wilmar me contou esta façanha do Anand, pensei que a qualidade do resultado não seria grande, mas enganei-me: Anand Rao é um muito bom improvisador e a sessão terminou animada com as suas canções.
Museu Chácara Dona Catarina
Ronaldo Werneck
Wilmar Silva e Milton César Pontes
Anand Rao

quinta-feira, 31 de julho de 2008

BELÔ POÉTICO
IV ENCONTRO NACIONAL DE POESIA 2008
Entre os dias 10 e 13 de Julho realizou-se no Centro Cultural Laces/JK, a 4ª edição do Belô Poético, o Festival de Poesia de Belo Horizonte, desta vez com um número record de participantes e com a abertura, pela primeira vez, a um poeta estrangeiro – eu mesmo.
Foram quatro dias intensos de trabalho, muitos contactos, trocas de livros, novos projectos, e uma cobertura assinalável da imprensa mineira, coisa que por cá não é comum ver-se em manifestações desta natureza.
O Encontro que decorreu sob a temática “A Poética que Descortina o Homo Complexus” teve início com a homenagem a cinco poetas que contribuíram para o desenvolvimento da poesia brasileira, entre eles o meu amigo Selmo Vasconcelos de Porto Velho, a que se seguiram nesse e nos dias seguintes várias leituras e performances poéticas, palestras, debates, oficinas, incluindo uma caminhada histórico-literária pelo centro de Belo Horizonte e uma visita à cidade de Sabará.
Organizado pelos poetas Rogério Salgado e Virgilene Araújo, o Encontro serviu também para rever velhos amigos como o Aroldo Pereira, Artur Gomes, Tânia Diniz, Wilmar Silva, Alécio Cunha, Guilherme Rodrigues, Osmir Camilo, Eugênio Magno, Deomídio Macedo (e também Rogério Barbosa da Silva, Wagner Moreira, Paola Rettore, Marcelo Kraiser…), e para conhecer outros poetas com quem já me correspondia, como Tanussi Cardoso, Arlindo Nóbrega, Carlos Gurgel, Brenda Marques Pena, Maria Clara Segobia, e muitos outros que estiveram presentes no Encontro.
Na falta de fotografias das leituras, passemos às fotos de família:
Fernando Aguiar e Alécio Cunha
Rogério Salgado e Fernando Aguiar
Artur Gomes, Tânia Diniz, Carlos Gurgel, Brenda M. Pena, Fátima Boerchet
Fernando Aguiar com Tanussi Cardoso
Fernando Aguiar e Wilmar Silva

sábado, 26 de julho de 2008

OFFERTA SPECIALE Nº 41
A revista italiana OFFERTA SPECIALE – Semestrale di Poesia e Arte Multimediale, entrou no 21º ano de actividade, sob a direcção de Carla Bertola e de Alberto Vitacchio, poetas experimentais e sonoros de Torino.
Direccionada principalmente para a poesia visual, apresenta também poesia verbal, experimental e fotopoesia.
Neste número participam autores clássicos da poesia visual como Henri Chopin, Richard Kostelanetz e Arrigo Lora-Totino, outros nem tanto como Teresinka Pereira, Rorica e Dobrika Kamperelíc, Michele Perfetti, Jonh M. Bennett, Fernando Aguiar, Giovanni e Renata Strada, Serge Luigetti e Rea Nikonova, e entre os restantes, Carla Bidone, Oliver Cans, Franco Piri Focardi Willi R. Melnikov e Raydel Araoz.
Offerta Speciale: Corso de Nicola, 20 – 10128 Torino, Itália
Fernando Aguiar, "Calligraphy", 2006

terça-feira, 15 de julho de 2008

COLECÇÃO DO
MUSEU DE SERRALVES
O Museu de Serralves resolveu divulgar on-line toda a sua colecção de arte contemporânea, provavelmente a mais importante que existe em Portugal a par da Colecção Berardo, apesar de terem objectivos e filosofias de constituição diferentes.
A ideia é louvável, só é pena existirem ainda poucas imagens das obras referenciadas, o que torna a visita um pouco frustrante. Esperemos que essa questão seja futuramente ultrapassada.
O Museu de Serralves tem 14 obras minhas, de entre as cerca de 35 que integraram a exposição “PO.EX: O EXPERIMENTALISMO PORTUGUÊS ENTRE 1964 E 1984”, realizada em 1999, e das quais se podem ver fotografias de duas delas.
Para conferir, acessar ao site http://emuseum.serralves.pt/eMuseumPlus
Fernando Aguiar, "Projecto de Salvação do Mundo", 1983