sábado, 10 de abril de 2010

ABSTRACÇÃO
A exposição ABSTRACÇÃO – Obras da Colecção Millennium BCP inaugurou no dia 27 de Março na renovada sala da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Renovada pelo menos, para mim, que já lá não ia há bastante tempo por a programação não ser a mais interessante. Acho que a última exposição que lá vi (essa sim, bem interessante) foi a da Colecção de Cruzeiro Seixas, com obras surrealistas. Mas tenho ideia do enorme espaço de exposições ter o mesmo ar que tinha quando participei em várias colectivas nos anos 80, e gostei bastante de ver a sala com um ar mais limpo e “moderno”.
Foi precisamente para uma dessas exposições, que promovia um leilão de obras de arte a favor da S.N.B.A., em dificuldades económicas na altura, que lhes ofereci as 3 telas agora em exposição. Ao que sei foram vendidas à Sociedade Financeira Portuguesa por uma tuta-e-meia que depois as passou para o Banco Mello, até que chegou à Colecção do Millennium BCP.
Nunca mais tive notícias destes meus trabalhos e foi com surpresa que fui informado da sua apresentação, integrado nesta excelente colecção. A exposição, que integra cerca de 70 obras, resultado de uma selecção da Profª. Raquel Henriques da Silva e da investigadora Ana Ruivo, tem uma montagem bem organizada e bastante legível e está recheada de nomes sonantes da pintura portuguesa e de alguns estrangeiros, com as minhas poucas pinturas abstractas lá no meio. Aliás, eu e o Pedro Casqueiro somos a geração mais “nova” aqui representada.
A exposição está organizada em três núcleos, sendo o primeiro o da “Vieira da Silva e Amigos”, com obras de Arpad Szenes, Zao Wou-ki, Alfred Manassier, Manuel Cargaleiro, Serge Polliakoff, Mário Cesariny e André Lanskoy, para além de uma dúzia de pinturas de Vieira da Silva, um segundo grupo intitulado “Gesto, Figuração, Forma Desconstrução” integrando pinturas de Paula Rego, António Areal, Artur Bual, Júlio Resende, Júlio Pomar, Teresa Magalhães, Menez, Augusto Barros, Luís Dourdill, Luís Demée, Justino Alves, Nikias Skapinakis e Manuel D’Assumpção.
Finalmente, o terceiro conjunto de obras, integra os seguintes nomes: Nadir Afonso, Eduardo Nery, Artur Rosa, António Palolo, Pedro Casqueiro, Fernando Aguiar, Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro, Eduardo Batarda, Fernando Lemos e TOM (Thomaz de Mello).
Resta dizer que em 1984 apresentei uma exposição/instalação na S.N.B.A., no encerramento da qual fiz uma performance e, no ano seguinte, durante a exposição “EXPO/AICA/85”, realizei a performance “Tudo pelo Interesse Público”, a convite do crítico Egídio Álvaro, e cujo resultado ficou como instalação até ao fim da mostra.
A exposição ABSTRACÇÃO – Obras da Colecção Millennium BCP está na S.N.B.A. até ao dia 22 de Maio, e promete seguir depois para outras cidades.

domingo, 4 de abril de 2010

EL PARAÍSO
José L. Campal e Aurora Sánchez editaram em Dezembro o Nº 87 das Carpetas El Paraíso, uma publicação atípica que aparece regularmente desde 1991.
As Carpetas de Poesía Experimental y Mail-Art “El Paraíso” são constituídas por 25 exemplares numerados e assinados por cerca de duas dezenas de autores internacionais e integra obras de desenho, colagem, fotografia, electrografia, stamp e digital art.
Os autores deste Nº 87 são, entre outros, Antoni Miró, César Reglero, José L. Campal, Manuel Molina, Juan Carlos J. de Aberásturi, Pablo del Barco e Fernando Aguiar.

terça-feira, 30 de março de 2010

LINGUAGENS D’ESCRITA(S) II
A inauguração de “LINGUAGENS D’ESCRITA(S) – Poesia Experimental do Arquivo Fernando Aguiar”, teve lugar na Biblioteca Municipal António Botto, e contou com a presença da Sr.ª. Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, do Sr. Vice-Presidente e da Sr.ª Vereadora da Cultura, que visitaram demoradamente a exposição, interessando-se pela leitura e explicação de cada obra exposta. Estiveram ainda presentes alguns dos artistas representados, como Ana Hatherly, José-Alberto Marques, António Barros e Avelino Rocha.
Os poetas com obras na Biblioteca, são os seguintes: Abílio José-Santos, Alberto Pimenta, Almeida e Sousa, Ana Hatherly, Antero de Alda, António Aragão, António Barros, António Dantas, António Nelos, Armando Salles Macatrão, Avelino Rocha, César Figueiredo, E. M. de Melo e Castro, Emerenciano, Fernando Aguiar, Gilberto Gouveia, José-Alberto Marques e Salette Tavares.
A exposição encerra no dia 16 de Abril, e nesse dia, pelas 21.30 horas, vai haver um debate sobre Poéticas Experimentais intitulado “Outras Linguagens”, com José-Alberto Marques, Ana Hatherly, Manuel Portela, Fernando Aguiar, e José Oliveira Baptista, que irá lançar o seu livro de Poesia Visual “Livre”, após o que se seguirá uma sessão de leitura de poemas experimentais e sonoros.
Para além dos poemas visuais expostos, são ainda apresentados livros e catálogos deste movimento e poesia animada por computador na Biblioteca António Botto, e videopoemas e poesia sonora na Galeria Municipal de Abrantes. E agora algumas imagens da inauguração de LINGUAGENS D’ESCRITA(S) na Biblioteca António Botto.
José-Alberto Marques e Ana Hatherly

domingo, 28 de março de 2010

LINGUAGENS D’ESCRITA(S)
A exposição LINGUAGENS D’ESCRITA(S) – Poesia Experimental do Arquivo Fernando Aguiar inaugurou no dia 20 de Março na Biblioteca Municipal António Botto e na Galeria Municipal, ambas na cidade de Abrantes.
Esta será a primeira de uma série de exposições que pretendo fazer durante os próximos anos, em várias cidades, com o objectivo de divulgar esta forma de expressão artística e de dar a conhecer um Arquivo que vem a ser constituído desde 1983.
Estimo que o Arquivo possua cerca de 2.500 obras originais, quase todas de Poesia Experimental e Visual, mas também de artistas Fluxus, Arte Conceptual, Performance e Mail-Art. Para além das obras, existe um acervo com cerca de 15.000 documentos constituído por livros, catálogos, cartazes, desdobráveis, postais, textos, cassettes, cd’s e dvd’s de poesia sonora, vídeos, assim como slides e fotografias de poetas e de inúmeras performances que fui registando nos Festivais em que participei.
Em Abrantes estão patentes 70 poemas visuais e cerca de 60 documentos, uma pequena parte do Arquivo, mas ainda assim houve necessidade de alargar a exposição a dois espaços culturais desta cidade. E, por haver uma relação mais forte com a palavra e por esta se expressar na nossa língua, as obras dos poetas portugueses foram colocadas na Biblioteca, enquanto que os trabalhos dos poetas estrangeiros ficaram na Galeria Municipal.
São eles: Arnaldo Antunes, Arrigo Lora-Totino, Artemio Iglesias, Bartolomé Ferrando (autor do poema-objecto da capa do catálogo), Bernard Heidsieck, Clemente Padin, Edgardo Antonio-Vigo, Enzo Minarelli, Fernando Millán, Giovanni Fontana, Julien Blaine, Karel Trinkewitz, Karl Kempton, Paula Claire, Ruggero Maggi, Ryosuke Cohen, Sarenco e Tibor Papp.
Devido à extensão da exposição, ficam agora algumas fotos da exposição com os poetas estrangeiros, na Galeria e, proximamente, colocarei as fotografias tiradas na Biblioteca António Botto.

domingo, 21 de março de 2010

SONETO ECOLÓGICO
(ONE HOUR EMPIRE)
Nem de propósito. Estava a preparar um pequeno texto para assinalar o dia de hoje - o 5º aniversário da plantação do SONETO ECOLÓGICO, em Matosinhos - quando anteontem recebi dois exemplares da revista canadiana ONE HOUR EMPIRE, com uma fotografia da plantação do Soneto na capa !!!
No ano passado tinham pedido ao Karl E. Jirgens, editor da revista RAMPIKE, para publicarem o texto sobre o SONETO ECOLÓGICO que este tinha incluído na sua revista. Ambos concordámos com o pedido, e o Karl enviou o material para James Gunn e Bem Prus, os editores da ONE HOUR EMPIRE.
A última vez que visitei o Soneto foi em Maio de 2009, e estava de perfeita saúde, com um bom visual, apesar do diferente ritmo de crescimento dos vários tipos de árvore. Mas isso era de esperar, e portanto vamos deixar passar mais uns tempos até o SONETO ECOLÓGICO ficar com um ar mais “adulto”.
Quanto à ONE HOUR EMPIRE, este é o número 2 daquela revista publicada em Toronto, com 116 páginas impressas a cor num excelente papel couché, bastantes imagens e artigos sobre arte contemporânea, arte digital, vídeo, fotografia, crítica e teoria de Bill Bisset, Douglas Coupland, Amanda Delorey, Maria Fusco, Chris Kraus, Stuart Reid, e o meu texto, entre muitos outros.
Ficam algumas fotos do SONETO ECOLÓGICO, desde a fotografia da plantação (a capa da revista) até Maio do ano passado.
Agosto de 2005
Março de 2006
Março de 2007
Novembro de 2008
Maio de 2009

terça-feira, 16 de março de 2010

CHAMALLE X
Entretanto chegou-me às mãos o excelente catálogo das V Xornadas de Arte e Acción – CHAMALLE X, realizadas na Sala X no Campus de Pontevedra da Universidade de Vigo.
Este Festival de Performance organizado por Carlos Tejo, tem apresentado sobretudo artistas espanhóis, mas na edição do ano passado Portugal foi o país convidado e participaram João Samões, Fernando Aguiar, Nuno Oliveira & Margarida Chambel, assim como os espanhóis Zaida Gómez & Julio Fernandez, José Iges, Pepe Murciego, Ad-hoc, Ana Gesto, David Crespo, Victor Bonet e o grupo Velvet & Crochet.
O catálogo, com 220 páginas, para além das fotografias das performances realizadas, contém textos de Carlos Tejo, João Samões, José Iges, Roxana Popelka, Cesar Reglero, José Francisco García, Fátima Séneca e Toni Calderón. No âmbito do Festival foram ainda apresentadas conferências por Ção Pestana, Carme Hermo Martínez, Loudes Méndez e por Agar Ledo Arias.
Sobre a minha performance Carlos Tejo referiu no texto Encuentro. Confronto. Deduzco y Proceso: “Asi, la hibridación entre el signo, su objeto y su interpretante produce estimulantes códigos que agilmente describen estados del ser del “yo”. Soneto de los Sentidos también se reconforta en el uso del cuerpo, del tiempo, del sonido y de lo formal de un acto estético”…”Fernando trasciende así el ABC de la performance al dejarnos, trás su irrepetible presencia, una obra pictórica que también habla por si sola. Un magnífico detritus de la acción”.
Fernando Aguiar

domingo, 7 de março de 2010

CONCEPTOS
Inaugurou no dia 19 de Fevereiro no Museo Vostell Malpartida, em Malpartida de Cáceres, Espanha, a exposição CONCEPTOS, com a presença de vários artistas, das autoridades provinciais e locais e de vários residentes.
Dirigido por Mercedes Vostell e por José Antonio Agundez, o Museu tem mantido ao longo destes anos, após o falecimento de Wolf Vostell em 1998, uma continuada e interessantíssima programação e editando catálogos de grande qualidade, mantendo assim o espírito de abertura e de actividade permanente, características do grande artista Fluxus que foi Vostell.
Outro aspecto relevante é a íntima ligação que o Museu sempre teve com os artistas portugueses, desde o final dos anos 70, com a participação de Ernesto de Sousa, Túlia Saldanha, Ção Pestana, António Barros e muitos outros nas SACOM I e II (Semanas de Arte Contemporânea), até ao convite que Wolf Vostell me dirigiu em 1996 para expor individualmente no seu Museu.
Além de outras 3 obras de pintura e colagem que pertencem ao Museu, desde essa data que tenho um poema visual de grandes dimensões (300x200 cm) realizado com um enorme K em vinil sobre tela plástica, no exterior, que ao frio e à imensa chuva invernal, e ao calor tórrido da Estremadura espanhola pensei que, exposto sob essas condições, não durasse mais do que 2 ou 3 anos. Mas continua de boa saúde (e já lá vão 14 anos) …
Em relação à exposição CONCEPTOS – Selección de Fondos del Museo Vostell Malpartida, apresenta obras de 51 artistas internacionais, desde os portugueses Helena Almeida, Julião Sarmento, António Barros, Alberto Carneiro, Fernando Matos Curado, António Monteiro Gil, Ção Pestana, Túlia Saldanha e Fernando Aguiar, aos meus conhecidos e amigos Rafael Canogar, Esther Ferrer, António Gómez, Concha Jerez, Pere Noguera, Maria José Tobal e Wolf Vostell, até outros pintores e artistas conceptuais como Albert Ràfols-Casamada, Joan Rabascall, Antoni Muntadas, Teresa Murak, Ewa Partum, Nacho Criado, Equipo Crónica, Juan Hidalgo e Jordi Benito.
A exposição está aberta até Agosto e o local exacto do Museu, a cerca de 3 Km de Malpartida, assim como o horário, podem ser consultados em www.museovostll.org. Fui convidado a realizar uma performance poética durante inauguração, mas dela falarei mais adiante, assim que me forem enviadas as prometidas fotos, para que possa ilustrar essa informação.
Fernando Aguiar
António Barros
Esther Ferrer
Obra colectiva e Rafael Canogar
Wolf Vostell
Fernando Aguiar

domingo, 28 de fevereiro de 2010

INTER
O número 103 da revista canadiana INTER – Art Actuel é dedicado à comemoração dos 100 anos dos Futurismo com diversos textos e fotografias da época, assim como a reprodução de obras visuais e poéticas deste movimento italiano.
Ao que se segue as habituais referências à arte de acção, como um artigo sobre as próteses utilizadas na performance como extensões do corpo, uma visão sobre a arte actual no Québec, e textos sobre instalação, vídeo e arte digital.
Os escritos, são assinados, entre outros, por Serge Pey, Filipo Tomaso Marinetti, Nathalie Bachand, Guy Sioui Durand, Alain-Martin Richard, Charles Dreyfus, Elisabeth Jappe e Richard martel, o director da INTER.
Termina com uma reportagem sobre “La Caravane de la Parole”, um Festival itinerante por várias cidades canadianas, com a participação de alguns amigos meus, como Esther Ferrer e Giovanni Fontana.
Este número, que inclui como separata o cartaz do festival “Espace[im]media” realizado também no Canadá, tem o meu nome entre os membros do comité de redacção internacional.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

HAAKS OP…
Termina esta sexta-feira a exposição HAAKS OP…, que foi inaugurada a 28 de Janeiro na Zeeuwse Bibliotheek, em Middelburg, na Holanda.
A exposição esteve integrada no Dia Nacional de Poesia e foi agora apresentada na Biblioteca de Middelburg, depois de um “tour” de 5 anos por outros espaços culturais holandeses.
Organizada por Ko de Jonge, HAAks OP… (ou AT RIGHT ANGELS TO…) tem a participação de vários autores, entre eles Rod Summers, Pedro Bericat, Guy Bleus, Jürgen O. Olbrich, Günther Ruch, Fernando Aguiar, Clemente Padin, Luc Fierens, Keith Bates, Ruggero Maggi, Klaus Groh, Andrzej Dudek-Dürer, Vittore Baroni, Emílio Morandi, Ryosuke Cohen, Bruno Chiarlone, John M. Bennet e Serge Segay.
A maior parte das obras foi sendo reproduzida na revista Ballustrada, também dirigida pelo Ko de Jonge, entre os vol. 19 e 23.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

FORMA & MAGIA: POESIA
Faz hoje 3 anos que se deu início a esta aventura. Na altura nunca me passou pela cabeça que “O CONTRÁRIO DO TEMPO” se mantivesse por tanto tempo e com informações praticamente semanais. Principalmente porque o objectivo do mesmo é divulgar os eventos aos quais, de uma forma ou de outra, eu estou ligado.
Às vezes é cansativo; é quase sempre feito “em cima da hora” por manifesta falta de tempo, mas não deixa de ser divertido, e acabo por ter uma perspectiva diferente daquilo que ando a fazer.
Para comemorar este terceiro aniversário nada melhor do que falar da exposição de um querido amigo cubano, cuja obra sempre admirei pela criatividade e qualidade da mesma, pela fortíssima poética quer do ponto de vista formal como cromático, o que torna as suas pinturas/poemas visuais extremamente expressivos.
“FORMA & MAGIA: POESIA” é o título que o Artemio Iglesias escolheu para a exposição que lhe organizei no Centro Cultural Malaposta, e que inaugurou no dia 5 de Fevereiro.
Nascido em Havana em 1941, o Artemio Iglesias foi professor de gráfica aplicada, e apesar de ter ganho em 2005 o Prémio Nacional de Artes Gráficas de Cuba, a sua obra poético-visual é ignorada nesse país e praticamente desconhecida internacionalmente. Em Portugal realizou uma exposição no ano passado na Biblioteca Municipal D. Dinis, em Odivelas.
“FORMA & MAGIA: POESIA” vai estar na Malaposta, em Olival Basto até ao dia 28 de Fevereiro e, para quem tiver essa possibilidade, vale a pena ir vê-la. Está aberta de segunda a sábado das 11h00 às 23h00 e aos domingos das 14h00 às 19h00.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ANARTISTE
A revista francesa ANARTISTE – Les Nouvelles Libertaires Nº 14 foi publicada em Paris no passado mês de Dezembro, mas só agora é que me chegou às mãos.
Editada pelo grupo “Anartiste de la Fédération Anarchiste”, coordenado por Patrick Muller e André Robèr, tem um formato A-4, 40 páginas e este número inclui um CD com poemas de Sébastien Lespinasse.
Os textos, poemas, desenhos e fotografias têm como autores (por ordem de entrada em cena) o mesmo Sébastien Lespinasse, Fernando Aguiar, Marie Jacobowicz, Willy, Alzhar, Tony Pessoa, Sophie Diaz, Gérard Camoin, Jorge Manrique, Nathalie McGrath, Guillaume Loizillon, François Bazzoli, Patrício Salcedo e Juan Hermanos.
A minha participação consistiu em dois fotopoemas inéditos realizados em Hong-Kong, no ano da graça de 2006. Os originais são a cores, mas como foram publicados a preto & branco vou respeitar a opção.
Fernando Aguiar, Hong-Kong, 2006
Fernando Aguiar, Hong-Kong, 2006

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

DOMADOR DE SONHOS
Foi editado recentemente o primeiro número de DOMADOR DE SONHOS, uma revista publicada no site abaixo indicado e em PDF, sob a direcção de Manuel Almeida e Sousa e de Bruno Vilão do grupo Mandrágora, com quem colaboro há vários anos.
Esteticamente bem concebida como é, aliás, hábito das produções Mandrágora, esta primeira edição tem dezena e meia de colaboradores com projectos, poemas, textos, receitas, entrevista e poesia visual.
São eles: Bárbara Coutinho, Luísa Coder, José Russell, Manuel Almeida e Sousa, José Luís Campal, António Goméz, Abdul Affi, Victor Belém, Alberto Augusto, Nicolau Saião, Renato Suttana, Fernando Esteves Pinto, Fernando Aguiar, Virgílio Alberto Vieira, Javier Seco, João Daniel e Bruno Vilão.
Da minha lavra estão 4 fotopoemas inéditos que apresento a seguir. Quem quiser meter o nariz na coisa, é só clicar: http://domadordesonhos.000space.com/boletim_1.html
"Soneto para Esperar Sentado", 2006
"Poema da Sorte Forjada", 2006
"Ensaio para uma nova Expressão da Escrita", 2006
"Ensaio para uma nova Expressão da Escrita", 2006