sábado, 31 de julho de 2010

BELÔ POÉTICO
O 6º Encontro Nacional de Poesia de Belo Horizonte – BELÔ POÉTICO teve lugar entre os dias 15 e 18 de Julho no bonito edifício do Centro Cultural Laces / JK, no centro da capital de Minas Gerais, no Brasil.
Promovido desde sempre pelos poetas Virgilene Araújo (que lançou agora o seu livro “Código de Barras”) e por Rogério Salgado, o BELÔ deste ano teve como tema “Poetas unidos em prol do equilíbrio ecológico”, com a utilização da famosa frase do poeta Luiz Turiba, também participante no evento: “Ou a gente se Raoni ou a gente se Sting”, igualmente refrão de uma das mais conhecidas canções do músico Babilak Bah, que fez a performance de abertura do evento.
Que começou com uma homenagem a personalidades que têm contribuído para a divulgação da poesia no Brasil: Marcos Túlio Damascena, criador da Borrachalioteca em Sabará; o Professor Mattos organizador de uma biblioteca comunitária no Ceará, com vários milhares de livros que solicita a particulares e a instituições e que depois disponibiliza às pessoas da sua comunidade; o Movimento Paz e Poesia, um grupo de poetas que faz da poesia um instrumento de paz, e o grupo de Hip Hop de Hudson Carlos que tira os jovens da marginalidade através de acções sócio-educativas e culturais.
O Belô multiplica-se em diversas actividades durante estes 4 dias como leituras, debates, lançamento de livros, exposição, oficinas de produtos recicláveis, e outras intervenções e performances poéticas, terminando com um passeio a Inhotim, um belíssimo Parque com várias dezenas de obras de grandes dimensões, que é o maior espaço aberto dedicado à arte contemporânea da América do Sul.
Alguns dos participantes deste BELÔ: Nicolas Behr, Antonio Miranda, Ricardo Bezerra, Iara Abreu, Deomídio Macedo, Mané do Café, Mavot Sirc, Inêz Alves, Carlos Farias, Márcia Araújo, Tânia Diniz, Lívia Tucci, Bilá Fernandes, Fernando Aguiar, Maria Clara Segobia, Arlindo Nóbrega, Aroldo Pereira e Maria Morais.
Fernando Aguiar, Antonio Miranda, Nicolas Behr e Inês Alves
Tânia Diniz, Antonio Miranda e Fernando Aguiar
Poetas de visita a Inhotim
Fernando Aguiar e Rogério Salgado

terça-feira, 27 de julho de 2010

BRAIN CELL
Ryosuke Cohen enviou-me mais um número do seu persistente BRAIN CELL, que já vai na 765ª edição, desta vez com a colaboração de seis dezenas de artistas visuais de 18 países, principalmente dos Estados Unidos, Itália, Espanha, Alemanha, Rússia, França, Inglaterra, Áustria, Ucrânia e do Brasil.
Entre os participantes estão Shmuel, John Held Jr., Carol Stetser, Bruno Capatti, Giovanni Strada, Tiziana Baracchi, Aloys Olhmann, Roberto Keppler, Daniel Santiago, Peter W. Kaufmann, Fernando Aguiar e o próprio Ryosuke Cohen…
que foi um dos 18 artistas estrangeiros representados na exposição “LINGUAGENS D’ESCRITA(S) – Poesia Experimental do Arquivo Fernando Aguiar”, patente em Março e Abril na Galeria Municipal de Abrantes.
Em cima um pormenor desta folha cultural editada num formato A-3.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

POESIA AZIONI E PAROLE
Promovido pela Fondazione Berardelli, de Paolo Berardelli e do seu filho Pietro, teve lugar na Sardenha o Festival di Performance di Santa Teresa Gallura – POESIA AZIONE E PAROLE, que decorreu nesta vila e em Porto Pozzo, no início de Junho.
Santa Teresa Gallura é uma simpática localidade com uma pequena mas bonita praia de águas transparentes e frias, e com um razoável número de turistas, quase todos italianos, provavelmente oriundos do continente.
Os participantes nesta edição de POESIA AZIONE E PAROLE foram poucos, mas bastante activos, já que quase todos participaram diariamente nas 4 jornadas de leituras e de intervenções.
O elenco foi de luxo: Julien Blaine, Jean-François Bory, Giovanni Fontana, Lamberto Pignotti, Endre Szkárosi, Bernand Aubertin e Fernando Aguiar, o “jovem” do grupo…
Ao contrário do que se possa pensar, foram mesmo 4 dias de trabalho: para além das intervenções diárias, foram produzidos várias dezenas de poemas visuais, realizados mais ou menos de improviso (felizmente não faltou inspiração a nenhum de nós…), que enriqueceram os arquivos da Fondazione Berardelli com novas obras, a integrarem futuras exposições na Fundação.
Cada autor realizou ainda uma obra a ser exposta durante o Festival de Poesia VOIX DE LA MEDITERRANÉE a decorrer em Lodéve, França, em meados de Julho (do qual faço parte, a partir deste ano, do Comité Internacional), e posteriormente a ser impressa em serigrafia, numa tiragem de apenas 28 exemplares da responsabilidade da editora francesa Al Dante.
Agora as fotos do pessoal trabalhador…
Fernando Aguiar
Giovanni Fontana
Endre Szkárosi
Lamberto Pignotti
Julien Blaine
Jean-François Bory
Bernard Aubertin
O Pessoal das "Obras"

domingo, 18 de julho de 2010

BICICLETA
A BICICLETA Nº 10, revista do grupo Mandrágora editada em Cascais por Manuel Almeida e Sousa e Bruno Vilão publica, como habitualmente, textos, poemas, fotografias, fotos de intervenções e poemas visuais, com a qualidade que sempre se lhe reconheceu.
O diferente material é de autoria de Pedro Oom, Floriano Martins, Nicolau Saião, António Goméz, Yolanda Pérez Herreras, Javier Seco, Miguel Meira, Fernando Rebelo, Fernando Aguiar, Inês Ramos e Gonçalo Mattos, para além de alguns outros, incluindo os editores.
No texto que serve de editorial, Bruno Vilão afirma que “Era de supor que um esqueleto de trinta anos tivesse as suas marcas de vida, certas mazelas de guerra, incertos sinais do tempo. Não é o caso de Mandrágora…”
Para além de um pequeno texto, colaborei nesta edição com 4 scanner-poems. Desta vez não vou respeitar a opção preto e branco do editor, e coloco aqui os “poems” conforme o original.

terça-feira, 13 de julho de 2010

CHIADO
“CHIADO – efervescência urbana, artística e literária de um lugar” foi o título de uma série de conferências e de uma exposição que decorreu em vários espaços na zona do Chiado, entre os dias 1 e 6 de Junho, coordenadas pelos Profºs Fernando Rosa Dias e José Quaresma, da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa.
Das cerca de três dezenas de conferencistas que abordaram várias temáticas relacionadas com o Chiado podem-se referir Hugo Ferrão, Guilherme d’Oliveira Martins, António Valdemar, José-Augusto França, Maria João Ortigão, Ana Cristina Leite, Margarida Calado, Raquel Henriques da Silva, Paulo Pereira, José Morais Arnaud, Cristina Azevedo Tavares, Rocha de Sousa, Nikias Skapinakis, Rui Mário Gonçalves e Fernando Pernes, para além dos coordenadores.
Na exposição que teve lugar na Basílica dos Mártires, na estação de Metro Baixa-Chiado, no Teatro S. Luiz, no Museu Arqueológico do Carmo e noutros espaços públicos, participaram Alexandre Nobre, Ana Rebordão, Carolina Quirino, Cláudia Luz, Fernando Aguiar, Jorge Catarino, José Quaresma, José Revez, José Teixeira, Patrícia Mendonça e Roberto Martins, entre outros.
Do evento foi publicado um importante catálogo de 340 páginas com textos dos conferencistas e imagens das instalações, pinturas, esculturas, fotografias, serigrafia e vídeo apresentadas durante a exposição. O catálogo contém ainda um DVD realizado por Pedro Baptista com uma entrevista de José-Augusto França.
A minha participação consistiu em 5 telas com textos serigrafados, numa edição de 3 exemplares, expostas nas paredes interiores do Museu Arqueológico do Carmo:

quinta-feira, 8 de julho de 2010

ZAMORA LEE
26 FERIA DEL LIBRO
A 26ª EDIÇÃO da Feira do Livro de Zamora – ZAMORA LEE, decorreu de 2 a 6 de Junho na bonita Plaza de Claudio Moyano, bem no centro da cidade que, segundo consta, é a que tem o maior número de igrejas românicas da Europa. Todas excelentemente recuperadas e muitas a acolherem actividades culturais.

Os eventos integrados na Feira do Livro foram basicamente constituídos por lançamento de livros, algumas leituras, actividades para crianças e um concerto de Lena Sinais. Eu fui o único convidado estrangeiro, e fiz a performance de encerramento da Feira, antes do discurso das autoridades locais.

Zamora é uma cidade pequena, acolhedora, com um interessantíssimo desenvolvimento cultural, e com gente muitíssimo simpática. Aproveito para dar os parabéns a Juanma, o organizador da Feira e a Marijose Tobal e ao Aquilino que me convidaram o ano passado para participar na Bienal de Arte, o que foi bastante gratificante.

domingo, 4 de julho de 2010

INSTRUMENTOS DE SOPRO
A convite do autor apresentei no dia 1 de Junho o mais recente livro de poemas de Ruy Ventura - INSTRUMENTOS DE SOPRO - publicado pelas Edições Sempre-em-Pé, que editam igualmente a revista de poesia DiVersos.
INSTRUMENTOS DE SOPRO tem um prefácio do poeta brasileiro C. Ronald, uma capa criada a partir de uma pintura de Matos Duarte, e resulta de uma colectânea intitulada “El lugar, la imagen”, publicada em Espanha pela editora regional da Extremadura, em 2006, numa tradução de Antonio Sáez Delgado.
Deste livro de Ruy Ventura, igualmente autor de “Chaves de Ignição”, fiz uma pequena apresentação, realçando as linhas de acção que me pareceram mais importantes: a memória/ revisitação e a imagem/visualidade.
Depois estabeleceu-se um pequeno debate à roda do livro, da poesia e do experimentalismo, no qual interveio o editor, José Carlos Marques, e alguns escritores presentes, entre eles Levi Condinho, um poeta que li com o maior interesse nos anos 80 e que agora tive a oportunidade de conhecer.
INSTRUMENTOS DE SOPRO é um livro de escrita densa, bem trabalhada, e é o próprio autor que afirma: “Devo confessar que tive alguma dificuldade em sintetizar o que este livro me sugere em termos de análise. Essa análise recairia, primeiramente, na escrita do poeta, mas também na relação que as suas palavras estabeleceram comigo. Porque é disso mesmo que se trata: o poeta para mim e não eu para o poeta.”

Ruy Ventura

Ruy Ventura, José Carlos Marques, Fernando Aguiar

quarta-feira, 30 de junho de 2010

INTER 104
O número 104 da revista canadiana da qual faço parte do comité de redacção INTER – Art Actuel já foi publicado há alguns meses, mas com tantos eventos em que tenho participado, a referência a esta edição foi ficando para trás…
Inteiramente dedicada à temática “Indiens/Indians/índios”, estas cento e poucas páginas abordam a(s) arte(s) produzida por artistas contemporâneos de origem indígena onde as suas raízes estão bem patentes nos trabalhos que produzem. (É preciso não esquecer que toda a região do Québéc, onde esta revista se edita, tem fortes comunidades indígenas, que mantêm vivas praticamente todas as tradições dos seus antepassados. Inclusivamente é uma região canadiana de origem francófona, onde só se fala francês).
Este aspecto está bem patente nas instalações, vídeos, fotografia poesia/oralidade ou na performance destes artistas, mas seria necessário ver as dezenas de imagens que acompanham os textos para se ter uma melhor percepção daquilo que estou a dizer.
Os artigos são de autoria, entre outros, de Guy Sioui Durand, Véronique Audet, Denise Brassard, Domingo Cisneros, Pierre Gill, Sónia Robertson e Margaret Rind.
A INTER é dirigida por Richard Martel, que tem desenvolvido um importante trabalho de divulgação da arte contemporânea canadiana, assim como tem levado ao Canadá várias dezenas de artistas internacionais que têm exposto na Galeria do colectivo a que a INTER pertence, ou participado nos Festivais de Arte que a mesma promove todos os anos.

domingo, 27 de junho de 2010

PORTUGUESIA
Nos dias 2 e 3 de Junho os poetas Wilmar Silva (autor do projecto) e Luís Serguilha organizaram na Casa-Museu Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide /Vila Nova de Famalicão, a segunda edição de PORTUGUESIA – Festa da Poesia Lusófona.
Foram dois dias repletos de debates/”provocações” e de leituras/performances, que se iniciaram com uma instalação de Regina Mello nos Jardins da Casa de Camilo e terminaram com um espectáculo de Telma da Costa sobre poemas de Álvaro de Campos.
Estiveram presentes Aurelino Costa, João Miguel Henriques, Zéfere, João Ventura, Gilberto Mauro, Fernando Aguiar, João Negreiros, Ronaldo Werneck, Ana Maria Ramiro, Luís Serguilha, Karla Melo, Wilmar Silva, Carlos Vinagre, Luís Filipe Cristóvão, Telma da Costa, Jorge Melícias, Jorge Velhote, Marcelo Costa Baiotto, Márcio-André, João Melo, Francesco Napoli, João Rasteiro, Minês Castanheira, Américo Teixeira Moreira, Marília Miranda Lopes, Rita Grácio, Cristina Nery, Bruno Santos, Regina Mello, Susana Vargas, Fernando Branco, Teresa Tudela e Cunha Leiradella.
Nas palavras do Arq. Armindo Costa, presidente da Câmara Municipal de V. N. de Famalicão, “A Portuguesia tem essa ambição: rasgar horizontes, ser o ponto de encontro e cais de partida das rotas intercontinentais da língua de Camões”.
Francesco Napoli, Márcio-André, Telma da Costa, Wilmar Silva
Cristina Nery, Luís Serguilha, Wilmar Silva, Karla Melo

Aurelino Costa, João Rasteiro, Fernando Aguiar, Susana Vargas

Telma da Costa

Jorge Velhote
Ronaldo Werneck e Fernando Aguiar

quinta-feira, 24 de junho de 2010

SPANYOLNÁTHA
Este é o estranho nome de uma das mais conceituadas revistas digitais húngaras, na qual colabora o poeta Endre Szkárosi, com o qual mantenho um contacto que vem já dos anos 80.
Não me recordo em que ano comecei a trocar correspondência com o Endre Skárosi, mas estive pela primeira vez em Budapeste em 1989, a convite dele, onde fiz uma exposição individual na Lágymányosi Galeria e apresentei uma performance poética no Fiatal Múvészek Klubja.
Viagem inesquecível, sob vários pontos de vista. Até porque foi a primeira vez que visitei um país de leste. Quando a porta do avião se abriu levei com um vento gelado na cara (era noite, penso que estaríamos em Outubro/Novembro), e quando desci as escadas vi na minha frente um soldado húngaro, com um enorme gorro de pele enterrado na cabeça e com uma metralhadora semi-apontada para todos os que desciam…
Voltando à Hungria digital, e ainda antes de participarmos no Festival “Poesia Azione e Parole” em Santa Teresa Gallura, na Sardenha, do qual falarei mais à frente, o Endre dedicou a sua coluna ao meu trabalho, com um texto, curriculum, várias imagens de trabalhos meus, e dois vídeos de intervenções poéticas.

"Tormenta Literária", 1997
"Dentro de Fora. Fora de Dentro"(video), 2006

sexta-feira, 18 de junho de 2010

HÁ QUANTO TEMPO NÃO LÊ POESIA NA CAMA?
A IV Bienal de Poesia de Silves – “Poema Plural” que teve lugar em Abril, tem tido continuidade através do site https://sites.google.com/site/nasmargensdapoesia/ , no qual os poetas colocaram (e vão acrescentando) novas colaborações, assim como foi publicada uma pequena antologia que pretende ser um livro de cabeceira, destinado em primeiro lugar aos habitantes de Silves mas não só, intitulado “Há quanto tempo não lê poesia na cama ?”.
O livro tem a colaboração dos poetas que estiveram presentes nos debates que se realizaram no âmbito da Bienal, de 22 a 25 de Abril, assim como dos poetas homenageados (Pedro Tamen e Fernando Assis Pacheco), e que são, entre outros, Alice Macedo Campos, António Simões, Bruno Santos, Cristina Néry, Domingos Lobo, Eduardo Pitta, Fernando Aguiar, Fernando Esteves Pinto, Filipa Leal, Gabriela Rocha Martins (a organizadora da Bienal), Graça Magalhães, João Rasteiro, Jorge Velhote, José Ribeiro Marto, Maria Azenha, Maria do Sameiro Barroso, Maria Estela Guedes, Maria Toscano, Nuno Júdice, Porfírio Al-Brandão, Rita Grácio, Teresa Tudela e Torquato da Luz.
Aproveito para referir uma outra publicação distribuída durante a Bienal, que consistiu num conjunto de postais, cada um com alguns versos de cada poeta participante, e que resultou em mais um bonito trabalho da lavra de Gabriela Rocha Martins, cujo esforço em levar para a frente uma Bienal de Poesia com estas características é de louvar.

terça-feira, 15 de junho de 2010

AZIL
Julien Blaine, um dos mais significativos poetas experimentais internacionais, organizador de importantes Festivais de Poesia (Cogolin, Tarascon, Marselha, Paris, Lodève, etc.), criador do Centre Internationale de Poèsie Marseille enquanto vereador da cultura e Vice-Presidente da cidade de Marselha no final dos anos 90 e, sobretudo, fundador e director da mais importante revista de poesia visual que se publicou até hoje – “DOC(K)S” - continuada desde há alguns anos por Philippe Castellin e Jean Torregrosa, do colectivo Akenaton, realizou uma “estranha” exposição intitulada “AZIL”.
Pelo que percebi, e exposição foi constituída por obras inspiradas nos vestígios pré-históricos encontrados numa gruta em Mas d’Azil, em França, apesar do pequeno catálogo não ser explícito em relação a est tipo de elementos.
Para além das próprias obras, Julien Blaine pediu a diversos artistas que apanhassem uma pedra num rio ou num lago dos respectivos países, que pintassem uma das mãos, e com a mão pintada pegassem na pedra de modo a que esta ficasse com a mão “impressa”.
Depois cada artista teria que fotografar o local onde encontrou a pedra, fotografar a mão com que segurou a mesma, e enviar essas fotos e a pedra com a indicação do local onde a tinham encontrado.
As pedras enviadas fizeram parte da exposição e foi editada uma colecção de postais com as fotografias e as referências enviadas por cada artista. A mão com que segurei a pedra que enviei para a exposição foi esta: