quinta-feira, 30 de setembro de 2010

EL VERSO TOMA LA PALABRA
Coordenada por Alexandra Botto, Lucía Yépez e Maria Elena Rodriguez, a antologia “El Verso Toma la Palabra” reúne poemas de 33 poetas argentinos actuais e foi publicada pela Homoscriptum, em colaboração com a Universidad Autónoma de Nuevo Léon, em Monterrey, no México.

À primeira vista esta antologia não teria nada a ver comigo (que é o objectivo egocentrista deste blogue), a não ser pelo facto de eu ter sido contactado pela Alexandra Botto, para ser o autor da imagem para a capa da antologia. A Alexandra viu alguns dos meus poemas visuais na internet, e achou que um deles seria o indicado para a “portada” do livro.

Enviei-lhe alguns visuais que achei que poderiam dar uma boa capa, e as organizadoras optaram pela fotografia da instalação que fiz na Trienal Internacional de Arte Contemporânea de Praga, que se intitula “Contratexto: ou Anti-Romance com Personagens”, de 2008. Título, aliás, que as organizadoras se esqueceram de colocar na ficha técnica do livro.

Entretanto a revista italiana “Offerta Speciale”, de Carla Bertola e do Alberto Vitacchio tinha também incluído essa imagem no último número da revista, pelo que vai aparecer duas vezes em datas muito próximas, n’ “O Contrário do Tempo“.

Quanto à antologia, é constituída por 1 a 3 poemas de cada autor e, dos 33 nomes, o único que conheço é o Rolando Revagliatti. Dos restantes, vou registar Marisa Negri, Fernanda Castell, Mário Arteca, Diana Poblet, Irma Droz, Liliana Chavez, Sandra Cornejo, Andrés Nieva, Norberto Antonio, Valeria Zurano e Sérgio Soler.

domingo, 26 de setembro de 2010


BARKAÇA


Os poetas diOli e mingau editam em Divinópolis, no Brasil, uma pequena mas curiosa revista alternativa com poemas curtos, banda desenhada, poemas visuais e micro contos.

A tiragem é de 1.000 exemplares e a distribuição gratuita. Mas, apesar de ter poucas páginas, este mensal de Minas Gerais reúne no número 8 um interessante grupo de autores, entre os quais Adriana Versiani, Marcelo Dolabela, Renato Negrão, tumati, Ana F. ou Karol Penido.

De minha autoria foram publicados dois poemas, o “Desbravando os Caminhos do Texto”, já aqui mostrado e “Um Mouro da Índia dizia que as armas são o coração dos homens”, uma expressão medieval que eu visualizei há 31 anos…


 
Fernando Aguiar, "Um Mouro da Índia...", 1979


quinta-feira, 23 de setembro de 2010


CONFRARIA DA ALFARROBA


Também a CONFRARIA DA ALFARROBA, a FUNDAÇÃO VELOCIPÉDICA e o DOMADOR DE SONHOS, da lavra de Manuel Almeida e Sousa, um “misto de pirata teatral e de benemérito ciclista das culturas Dada” segundo Nicolau Saião, têm divulgado os meus visuais & outras escritas. E escritos. & outros mais ou menos.

Desta vez a CONFRARIA postou 4 fotopoemas que tinham sido editados no princípio do ano no DOMADOR, uma distinta publicação em pdf, da qual já saíram dois números.

Isto, para não falar da mais famosa BICICLETA made in Portugal que, volta não volta, vai circulando por terras lusas e além fronteiras, sendo bastante apreciada pelos literatos e não apenas, da terra de Cervantes.

Dos meus fotopoemas (mais ou menos) recentes agradam-me especialmente o soneto e um dos ensaios. Aqui vão eles em dose reforçada. Para quem quiser ir à alfarroba (as árvores estão cheias dela, neste momento), aqui fica o endereço: http://confrariadaalfarroba.wordpress.com/



"Soneto para Esperar Sentado", 2006

"Ensaio para uma nova Expressão Escrita", 2006

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


MAIS REVISTAS DIGITAIS


Três das publicações digitais que têm regularmente incluído material meu são a REVISTA TRIPLOV (Portugal), a mexicana EN SENTIDO FIGURADO, e a brasileira LETRAS ET CETERA.
REVISTA TRIPLOV – de Artes, Religiões e Ciências, dirigida desde sempre pela escritora Maria Estela Guedes, edita bastante material sobre diferentes assuntos, e divulgou mais 6 poemas meus, publicados inicialmente no livro “TUDO POR TUDO”, publicado em S. Paulo, pela Escrituras Editora. O que pode ser visto em: http://novaserie.revista.triplov.com/numero_06/fernando_aguiar/index.html
EN SENTIDO FIGURADO, editada mensalmente desde 2007, é uma revista em pdf com várias secções incluindo micro relatos, ensaios, contos, poemas, traduções, fotografias e é dirigida por José Gutiérrez-Llama, apoiado por um extenso conselho editorial. Neste número 10 (com 142 páginas), dedicaram a secção “Galerias” a uma mostra da World Press Photo 2009 e aos meus poemas visuais, publicando 10 trabalhos de várias épocas:
A LETRAS ET CETERA, coordenada por Sónia Regina e que divulga sobretudo obras de escritores portugueses e brasileiros, edita semanalmente poemas, artigos e contos de vários autores e, entre Fevereiro e Setembro deste ano publicaram-me 16 poemas:
Como ilustração ficam dois trabalhos meus dos anos 80.


"Ensaio por Oponência", 1980

A FONÉTICA DO FRIO




sinto-me inútil

na inundação das palavras.


na aceleração do momento

a morte é talvez o termo.


o talco é o pó que refaço

na acidez da cidade.


acima de tudo: o todos.

atado mas não atalho.



sinto-me incapaz

na capacidade do acto.


actuação contínua no

movimento retroactivo.


real situação: o dado

estrutural sobre a mesa.


cobertor semântico

na fonética do frio.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

LIBRO D’ARTISTA E RIVISTA D’ARTISTA
Entre Abril e Junho do ano passado Piero Varroni, director das Edizioni Eos, organizou na Biblioteca Salita dei Frati, em Lugano, Itália, uma exposição com livros e revistas da sua editora, do qual me chegou agora o catálogo. (Um bom catálogo, impresso a cores, num papel de grande qualidade e com 80 páginas).
A Eos é uma editora que tem a particularidade de só publicar livros ou revistas de artista, isto é, onde todos os exemplares contêm elementos originais e são assinados e numerados, em edições que andam entre os 7 e os 35 exemplares excepto as revistas que são apenas numeradas e têm uma edição de 99 exemplares.
LIBRO D’ARTISTA E RIVISTA D’ARTISTA reúne cerca de 50 obras publicadas entre 1996 e 2008 e o catálogo, que tem textos de Mirella Bentivoglio, Luciano Caruso, Mario Diacono e de Giovanni Fontana, inclui obras de importantes autores como Nani Balestrini, Gilo Dorfles, Julian Blaine, Irma Blank, Franco Cavallo, Paula Claire, Bartolomé Ferrando, Jannis Kounellis, Arrigo Lora-Totino, Mario Lunetta, Stelio Maria Martini, Mimmo Paladino, Luca Maria Patela, Edoardo Sanguineti, Regina Silveira e William Xerra, entre os cerca de 90 artistas que já publicaram obras pelas Edizioni Eos.
Em 1998 Piero Varroni convidou-me a realizar uma obra inédita, com apenas 9 exemplares, sobre papel Fabriano de 350 gramas, e com uma capa dura de autoria do próprio editor, com um formato de 33x 13 cm (fechado) e de 33x104 cm aberto. Os nove exemplares, apesar de serem visualmente semelhantes, foram todos realizados com folhas de letter-press de diferentes tipos e tamanhos, pelo que cada exemplar do livro tem um carácter único.
Fernando Aguiar, "The Book of the Letters", 1998

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

RAMPIKE e INTER
Recebi os números mais recentes das duas revistas canadianas das quais faço parte do comité de redacção internacional, a RAMPIKE Vol.19/Nº 2, e a INTER-Art Actuel Nº 105.
A RAMPIKE, publicada por Karl E. Jirgens em Windsor (Ontário) é uma revista cultural que tem como tema neste número “Cultural Mischief”, com poesia, ficção, desenhos, fotografias, ensaios, etc., e com uma entrevista a Frank Davey. As colaborações são de Norman Lock, Greg Betts, Eugene McNamara, Daniel King, Amanda Earl, Sandra Ridley e John Donlan, entre outros.
A INTER, com sede no Québec e dirigida por Richard Martel, tem como temática “Fragments D’Art Actif” e é essencialmente dedicada às artes performativas com textos sobre Artaud, sobre a poética da violência, performance e fotografia, o movimento performativo na Ásia, Duchamp, o espírito de Maio de 68, Carolee Schneemann e Eric Andersen, da autoria de Bartolomé Ferrando, Silvio de Gracia, Chumpon Apisuk, Gusztav Uto, Nathalie Côté, Guy Sioui Durand, Jacques Donguy, Charles Dreyfus, Richard Martel, Antoine Simon, e outros.
De salientar que a INTER-Art Actuel, é uma das mais importantes revistas internacionais sobre a arte da acção, mas aborda também outros assuntos complementares, como a instalação, o vídeo ou a arte digital, com um design de grande rigor e sempre profusamente ilustrada.

domingo, 5 de setembro de 2010

LOTTA POETICA
Apesar de ter sido realizada no início do ano passado, só em Junho deste ano, quando estive na Sardenha, é que tomei conhecimento desta exposição na qual participei e do excelente catálogo que a acompanhou. Que me enviaram o catálogo e que tinha sido devolvido, disseram.
“LOTTA POETICA” foi uma importantíssima revista italiana de poesia visual e de arte conceptual dirigida por Sarenco, desde 1971 até 1987, com algumas vicissitudes e interrupções, tendo dedicado alguns números a importantes artistas como Enrico Baj, Bernard Aubertin, Joseph Beuys ou Jirí Kolar.
Depois da revista terminar e durante vários anos, Sarenco foi enviando folhas do papel de carta da LOTTA POETICA a diversos poetas e artistas visuais, para estes as preencherem como entendessem e lhas devolvessem.
A exposição “Omagio a LOTTA POETICA – 74 Artisti e una Revista”, apresentada na Fondazione Berardelli, em Brescia, reúne precisamente cerca de 600 dessas obras, em formato A-4, de autores que participaram ou estiveram ligados à revista e, sobretudo, às várias manifestações organizadas por Sarenco ao longo dos últimos 40 anos.
Apesar de nunca ter participado nesta revista (em 1987, ano do último número de LOTTA POETICA, organizei o 1º Festival Internacional de Poesia Viva, no qual o Sarenco participou e o qual tinha conhecido no ano anterior, durante os Encontros de Poesia de Cogolin, em França), tenho vários números de última série e participei na revista que lhe deu continuidade - VERONA VOCE.
Dos 74 nomes que participaram na exposição, vou referir apenas aqueles que conheço pessoalmente, muitos dos quais meus amigos, pela ordem com que vêm na contracapa do catálogo: Demosthenes Agrafiotis, Eric Andersen, Alain Arias-Misson, Tomaso Binga, Julien Blaine, Guy Bleus, Jean-François Bory, Paulo Bruscky, Dmitry Bulatov, J. M. Calleja, Monty Cantsin, Ugo Carrega, Philippe Castellin, Hans Clavin, Emerenciano, Fernanda Fedi, Bartolomé Ferrando, Luc Fierens, César Figueiredo, Giovanni Fontana, John Furnival, Gino Gini, Antonio Gomez, Ana Hatherly, Arrigo Lora-Totino, Stelio Maria Martini, Richard Martel, Eugenio Miccini, Enzo Minarelli, Clemente Padin, Lamberto Pignotti, Gian Paolo Roffi, Sarenco, Mark W. Sutherland, Shohachiro Takahashi e Karel Trinkewitz.
Pronto, então anoto também os artistas com quem me correspond(i)o: Albrecht D., Fernando Andolcetti, Vittore Baroni, Heinz Gappmayr, Klaus Groh, Graciela Gutierrez-Marx, Miroslav Klivar, Jirí H. kocman, Lucia Marcucci, Hansjorg Mayer, Michelle Perfetti, Siegfried J. Schmidt, Miroljub Todorovíc, Luigi Tola, Endre Tot, Jirí Valoch, Edgardo António-Vigo e William Xerra.
Fernando Aguiar, sem título, 2005

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CATÁLOGO DA EDITORA ESCRITURAS
Depois de ter publicado o meu livro “TUDO POR TUDO” no final do ano passado, a Escrituras Editora pediu-me para fazerem a capa do novo catálogo da editora e dos separadores das diversas secções temáticas a que a Escrituras se dedica, com uma dúzia dos poemas visuais que incluí nesse livro.
Nos 15 anos de actividade no mercado editorial brasileiro esta editora de S. Paulo, já publicou mais de 500 títulos, como se pode atestar por este catálogo de Junho 2010/ Maio 2011, num formato A-5 e com 208 páginas, ele próprio um livro.
Como os meus visuais foram publicados a preto e branco e não me pediram as versões originais (a maioria das quais a cores), acabaram por fazer uma curiosa interpretação cromática dos mesmos, o que em alguns casos resultou bastante bem, noutros mais ou menos, e num ou outro caso nem tanto, embora o resultado global seja bastante positivo.
Deixo em baixo algumas das “capas de capítulo” que me agradaram mais…

domingo, 29 de agosto de 2010

SIM A NEONÃO
O Jornal “Estado de Minas”, de Belo Horizonte, publicou ontem no caderno “Pensar” uma página dedicada ao recente CD de poesia “NEONÃO” de Wilmar Silva e de Francesco Napoli, lançado no dia 16 de Agosto no Palácio das Artes daquela cidade.
Nessa página consta uma fotografia do Wilmar Silva, dois extractos do poema / livro “Anu” e o meu texto intitulado “Sim a NEONÃO”, onde faço uma breve abordagem ao trabalho poético desenvolvido pelo Wilmar, e mais especificamente a este seu CD.
Wilmar Silva é um poeta e um agitador cultural bastante activo, autor do projecto e da antologia “PORTUGUESIA” cujo 2ª Encontro em Portugal foi apresentado no início de Junho, na Casa-Museu Camilo Castelo Branco, em S. Miguel de Seide / Famalicão, e que já aqui referi no final desse mês.
Acerca de “NEONÃO”, transcrevo alguns parágrafos: “Desde Philadelpho Menezes e das suas experiências poético-sonoras a solo ou em conjunto com Wilton Azevedo, mais voltadas para a componente tecnológica da palavra, e do soberbo “Nome” de Arnaldo Antunes, que não ouvia uma obra de poesia sonora de um autor brasileiro que me soasse de um modo inovador e entusiasmante.”
“A nível interpretativo Wilmar e Francesco afastam-se definitivamente da teatralização das interpretações (comum à maioria dos poetas brasileiros que dizem, encenam ou interpretam poesia), valorizando as frases poéticas e reforçando-as sonoramente em vez de as dramatizar. É assim que entendo a poesia sonora: interpretar o poema de uma forma criativa e rigorosa dos versos ou das palavras, potencializando-as vocálica e sonoramente através das consonâncias, dos ritmos, das entoações, das repetições e, por vezes, da própria desconstrução dos versos, das palavras ou das sílabas, reconstruindo desse modo a poética que cada poema encerra.”
“Mas nem só de poemas próprios vive este cd. O ritmo, a estrutura, as rimas internas, toda a imagética suscitada e a toada vocálica de “Saudade Dada”, um genial poema de Fernando Pessoa, com toda a propriedade pré-concretista, a (ab)usar criativamente (d)o som das sílabas e da multiplicidade de rimas de cada palavra, é um exemplo daquilo que tenho estado e referir.”
E termino com um parágrafo que foi parcialmente cortado na edição do “Estado de Minas”: “X” é um achado poético, que só a inventividade irreverente de Wilmar Silva poderia criar. E do mesmo modo que foi escrito, assim foi lido. Amém. Para quem não consegue entender o poema, o melhor é ouvir ax palavrax ditax pelo próprio onde a poesia ressalta por entre os poros e os X’s. Xe não entende então xmex xexcluax xdax xsuax xcacholax…”

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

OFFERTA SPECIALE
“Nouvelle Cuisine” é o tema do último número da revista italiana OFFERTA SPECIALE, mais precisamente o número 45, editado em Torino por Carla Bertola e Alberto Vitacchio.
Com um historial e 23 anos de publicação, este semestrale di poesia e arte multimediale publica ao longo das suas 56 páginas poesia verbal, digital e visual, colagens, fotografia e desenho.
Alguns dos colaboradores: Rea Nikonova, Betty Radin, Serse Luigetti, Alfio Fiorentino, Olivier Cans, Jürgen O. Olbrich, Antonio Spagnuolo, Ruggero Maggi, Nico Vassilakis, Dobrica Kamperelíc, Michele Perfetti, Serge Segay, Fernando Aguiar, Renata & Giovanni Strada, John M. Bennett, Reed Altemus e Delfino M. Rosso, para além dos editores.
Neste número foi publicada uma imagem da instalação que realizei na Trienal Internacional de Arte Contemporânea de Praga, em 2008.
"Contratexto: ou Anti-Romance com Personagens", 2008

sábado, 21 de agosto de 2010

THE BIBLIOTHECA ALEXANDRINA
Gino Gini e Fernanda Fedi organizaram no Centro de Arte da Biblioteca de Alexandria, a segunda maior cidade do Egipto, “THE BIBLIOTHECA ALEXANDRINA - Fourth International Biennale for the Artist’s Book”, uma exposição de livros de artista, nesta mítica Biblioteca destruída há 1.300 anos, e agora renovada sob os auspícios da UNESCO, um belíssimo edifício circular simbolizando o sol egípcio, inclinado para o mar e parcialmente submerso numa piscina.
A exposição que teve como tema “The Nomadismo of Culture” foi constituída por uma mostra do “Artist’s Book Archive” dirigido em Milão pelos comissários da Bienal, por obras da editora “La Diane Franaise”, que ofereceu à Biblioteca Alexandrina uma colecção de livros de artista editados por si e pelos artistas convidados a expor as suas obras na Bienal. Tudo registado num bom catálogo, com a particularidade de começar “de trás para a frente”, como todas as publicações árabes.
Do arquivo da Fernanda Fedi e do Gino Gini, maioritariamente constituída por obras de autores italianos, podem-se destacar alguns nomes como Michele Perfetti, Anna Boschi, Federica Manfredini, Gio Ferri, Vito Capone, Oronzo Liuzzi, Gian Paolo Roffi, Mirela Bentivoglio, Ryosuke Cohen, Ruggero Maggi e Luca Maria Patella.
Entre os 30 artistas convidados estão Ana Vivoda, Antonio Gomez, Emerenciano, Pawel Petasz, Tom Sowden, José Oliveira, Julien Blaine, David Murray Paton, Robyn Sassen, Sumi Perera, Fernando Aguiar, e Kumi Korf.
Para além do livro com que participei na Bienal mostro ainda dois outros livros-objecto que gostei bastante de fazer, e que foram apresentados no István Király Museum, na Hungria, em 1994 e no Museu Ebraico, em Veneza, integrado numa exposição de livros de artista associada à Bienal de Veneza, em 2003.
Bienal de Alexandria
István Király Muzeum
Museo Ebraico

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ENCONTRO LITERÁRIO
Mas a parceria entre o Belô Poético e a Universidade Federal de Minas Gerais não ficou pelos dois eventos já aqui referidos. No dia 24 de Julho, um sábado logo pela manhã, fiz uma leitura no Centro Cultural Padre Eustáquio, que teve a presença e a participação de alguns poetas.
À semelhança do que já se havia passado no Centro Cultural da U.F.M.G., o pessoal do Padre Eustáquio também se mostrou solícito e rapidamente organizaram a divulgação do evento e a montagem do espaço, com um pequeno palco e equipamento de som, já que este Centro Cultural funciona num espaço parcialmente aberto e junto a um mercado.
Felizmente tive a colaboração dos poetas presentes que se disponibilizaram para ler também alguns dos meus poemas e, deste modo, a sessão tornou-se mais agradável e animada.
Foram eles: Tânia Diniz, Inês Alves, Márcia Araújo e Wilmar Silva, que fez ainda uma interpretação muito pessoal de um dos poemas do meu livro “TUDO POR TUDO”, que lhe foi dedicado.

Leitura de Inês Alves
Fernando Aguiar e Wilmar Silva
Wilmar Silva, Tânia Diniz, Fernando Aguiar, Inês Alves e Márcia Araújo