quinta-feira, 28 de abril de 2011


INTER – ART ACTUEL


Entretanto foram editados mais dois números da revista INTER – Art Actuel, publicada no Québec pelo imparável Richard Martel.

Com uma periodicidade quadrimestral, esta revista de 112 páginas a cores, dedica-as à performance internacional, mas também à instalação, ao vídeo, à fotografia e à arte digital. Enfim, a tudo o que seja arte contemporânea criativa e de qualidade.

O número 106 tem como tema “Rituels”, e aborda os rituais nas zonas interiores do Canadá, dos países asiáticos, mas também dos artistas europeus, com textos e inúmeras fotografias de acções de Serge Pey, Jean Monod, Akenaton, Jerome Rothenberg, Jean-Luc Lupieri, Sílvio de Gracia, Julien Blaine e Julie Bacon, entre muitos outros.

O número 107, sobre “Arte et Activism” apresenta textos sobre subversão, arte política, ontologias imaginárias, territórios de acção, catástrofes, etc., por Paul Ardenne, Guy Sioui Durand, Mélissa Correia, Istvan Kantor, Julie Gagné, Alain-Martin Richard, Nathalie Côté…



segunda-feira, 18 de abril de 2011


POÉTICAS



A convite de Alec Newman, da editora inglesa The Knives Forks and Spoons Press, publiquei o chapbook POÉTICAS, com 58 poemas visuais de uma série onde confronto duas linguagens plásticas com mais de 100 anos de distância entre si: gravuras do século XIX com letterpress e letras de vinil desenhadas e recortadas em computador, uma linguagem característica do final do século XX.

Praticamente todos os poemas foram realizados em 1996 e 1997. Apenas dois são de 1980, altura em que pretendia desenvolver esta série de trabalhos mas que, por diversas razões só a retomei 16 anos depois. Os dois poemas a que me refiro (reproduzidos em baixo) foram publicados no livro “OS OLHOS QUE O NOSSO OLHAR NÃO VÊ” (1999).

O chapbook tem 64 páginas num formato A-5, e o Alec insistiu para que o título do livro fosse em português. E “POÉTICAS”, para além de estar relacionado com outros títulos, sobretudo de exposições, onde estes poemas visuais estiveram representados, é igualmente um título entendível em inglês, francês ou espanhol, por exemplo.

Resta dizer que desta segunda leva me sobraram vários recortes e projectos para novos poemas pelo que, mais ano menos ano, retomarei este percurso estético e poético, praticamente inesgotável, já em pleno século XXI.

Apesar de ser uma edição digital, a cuidada impressão a cores de todas as páginas, assim como a encadernação, fazem deste pequeno livro um objecto bastante interessante e que me deu muito prazer levar por diante. Sobretudo por ser a primeira vez - depois de 6 exposições individuais em Portugal e em Espanha, e da edição em Madrid de “IMAGINANDO LA POÉTICA”, pela Del Centro Editores (2009) - que é apresentado o conjunto completo das obras que integram esta série.

Para quem estiver interessado, a editora inglesa pode ser encontrada em http://www.knivesforksandspoonspress.co.uk/


"O Poeta", 1997
"Afogado na Cultura", 1980
"O Peso da Poesia", 1996/97

 "Desbravando os Caminhos do Texto", 1980

"O Triunfo da Poesia", 1997

 "Toque Poético"

terça-feira, 12 de abril de 2011


POESIA DO BRASIL



O Vol.11 da Antologia do Proyecto Cultural Sur Brasil – POESIA DO BRASIL, organizado por Ademir Antonio Bacca e Cláudia Gonçalves foi publicado no final de 2010, reunindo 57 poetas. Tenho a honra de ser o único poeta “estrangeiro”, sobretudo por ser a segunda vez que sou convidado a integrar esta antologia que inclui alguns nomes importantes da poesia brasileira contemporânea.

O Ademir, para além de organizar o Congresso Brasileiro de Poesia em Bento Gonçalves, e das exposições e outros eventos que lhe estão associados já há 18 anos, tem realizado um fundamental trabalho de edição de numerosas antologias que são depois distribuídas pelas escolas e bibliotecas daquela região gaúcha, num importante esforço de divulgação da poesia brasileira pelos jovens, e não só.

Referindo-se à publicação desta antologia, o Prof. António Miranda escreve que a antologia “Inclui poetas veteranos como Ferreira Gullar e o emergente como o talentoso Diego Mendes Sousa, um octogenário e um jovem na casa dos vinte anos de idade. Curiosamente, com vínculo familiar... E também o poeta visual português Fernando Aguiar. Para citar apenas três nomes de uma plêiade que cobre todo o país, várias gerações, uma diversidade de estilos. Ou seja, um retrato parcial da poesia contemporânea brasileira. Uma façanha, num país com milhares de poetas ativos!!!

Mas cabe ainda ressaltar uma característica do projeto editorial que é levar a poesia à sala de aula, promover novos leitores para um gênero que já tem na juventude a sua maior força propulsora, tanto na produção como no consumo.”

Alguns dos participantes em POESIA DO BRASIL, pela ordem de publicção: Ademir Antonio Bacca, Ana Mari Tedeschi, Aricy Curvello, Artur Gomes, Cristina Leite, Dalmo Saraiva, Ednilson de Paulo, Eduardo Tornaghi, Fernando Aguiar, Ferreira Gullar, Hugo Pontes, Jiddu Saldanha, Laura Esteves, Lourdes Sarmento, Oscar Bertholdo, Renato Gusmão, Ronaldo Werneck, Rubens Venâncio, Silvio Ribeiro de Castro, Suely de Freitas Martí, Tanussi Cardoso, Tchello d'Barros, Telma da Costa, Valéria da Silveira, Walnélia Pederneiras e Wanda Monteiro, entre muitos outros.

PENSAMENTO


“Pensamento vem de fora
e pensa que vem de dentro”

Arnaldo Antunes

pensamento ou pensaminto,
penso no nada que sinto.
penso tanto, penso pouco
penso até ficar rouco.
penso muito, penso apenas
penso em iras serenas.
penso que sim, logo penso que não;
pressinto o que pensa o coração.
sonho agora, penso depois
vejo amor e somos dois.
penso entretanto, penso pois é
e sustento que assim é que é;
penso que fico, penso que parto
e fujo fechado no quarto.
penso que levo, penso que trago
repenso no tanto que estrago.
reparto logo, reajo comigo
se penso que já não consigo;
olho por baixo, penso por cima
e resolvo a razão da rima.
penso assim, penso assado
pensamento que vem de lado.
penso de longe, pouso aqui perto
e refreio um pensamento incerto.
penso que faço, penso que fiz
pensamento que se contradiz.
penso que fui, logo anoitece,
pensamento que se merece.
penso o reverso, fico deserto;
e erro ao pensar sempre certo.
penso a frio, penso a quente
não penso muito raramente...
penso, que raio! penso que rio,
repouso no som do vazio.
penso que caio, sorte madrasta;
e penso que pensar não basta.
penso que então, penso que tento
pensamento a cem por cento.
penso enfadado, penso que enfim;
repenso naquilo que pensa em mim.




quinta-feira, 7 de abril de 2011


ASSEMBLING BOX 10

O número 10 da FRANTICHAM’S ASSEMBLING BOX, editada na Irlanda por Francis Van Maele saiu recentemente com mais 23 objectos artísticos, numa edição de 40 exemplares, todos numerados e assinados, como já vem sendo hábito relativamente aos anteriores números da ASSEMBLING BOX.

Esta revista de artista dedicada à poesia visual e a obras inspiradas no movimento Fluxus não fica atrás da anterior em termos qualitativos, e são bastantes os interessantíssimos originais bi e tridimensionais dos quais são autores Fernando Aguiar, Antic-Ham, Vittore Baroni, Lancillotto Bellini, John M. Bennett, Julien Blaine, David Dellafiora, Henry Denander, Antonio Gomez, Klaus Groh, Susanna Lakner, Ginny Lloyd,Serse Luigetti, Antonio Noia, Bibiana Padilla Maltos, Bernd Reichert, Fritz Sauter, Skooter, Litsa Spathi, Pete Spence, Christine Tarantino, Richard Tipping, Francis Van Maele.

sábado, 2 de abril de 2011


EX!POESÍA 2010


No final de 2010 terminou a terceira Bienal de Poesía Experimental de Euskadi que decorreu em algumas cidades bascas, como foi o caso de Barakaldo, Sestao, Leioa ou Bilbao, com extensões a outros Festivais de Poesia e de Performance em Barcelona, Gerona, Sevilha e Madrid.

Esta extensa e intensa Bienal de Poesia, que decorreu praticamente durante todo o ano de 2010 abarcou numerosas actividades como exposições, conferências, lançamento de livros, performances, edição de publicações (das quais já referi aqui o livro “10x10+1.ACCIÓN” e a revista/cartaz “SE VENDE ???”), etc.

Organizada por J. Jesús Sanz e coordenada por Maika Campo, Juan Crego, Patxi Serrano e Fausto Grossi, a Bienal contou com a participação de uma enorme lista de poetas e outros artistas, dos quais posso referir Javier Seco, Antonio Montesinos, Carmen Peralto, César Reglero, Corporación Semiótica Galega, Fernando Aguiar, Sergi Quiñonero, Rodolfo Franco, Analía Beltrán, Antonio Gómez, Bartolomé Ferrando, Beatriz Albuquerque, Gustavo Vega, Hilario Alvarez, Joan Casellas, Manuel Almeida e Sousa, Nel Amaro, Nieves Correa, Paco Nogales, Francisco Aliseda, Pere Sousa, Francisco Peralto, Yolanda Pèrez Herreras, Constança Lucas, Clemente Padin, Felipe Lamadrid, Ibirico, J. M. Calleja, Antonio Orihuela, Hilda Paz, J. Ricart, Joaquim Gómez, José Luis Campal e Ruggero Maggi.

quarta-feira, 30 de março de 2011

PENSO-RÁPIDO


O blog “letras et cetera”, presentemente em cessação de actividade, “editou” on-line, há algum tempo, postais com obras poéticas e visuais de diversos artistas, maioritariamente brasileiros.

Podem-se encontrar nomes como os de Edson Costa Duarte, Jorge Vicente, Lenine de Carvalho, Fernando de Oliveira, José Gil ou Sónia Regina, a coordenadora do dito.

No caso do meu curtíssimo poema, foi escolhida uma imagem de J. Barros, que não conheço, mas que realizou uma estranha e curiosa ilustração para esse poema de 1995, incluído no livro “TUDO POR TUDO”, numa edição da Escrituras editora, de S. Paulo.

Este e outros postais podem ser vistos em: http://nanquin1.blogspot.com/2010/04/cartoes-poeticos.html



sábado, 26 de março de 2011


CAVELLINI
LOTTERIA DI MONZA

Bruno Chiarlone, um mail-artista italiano, tem publicado nos últimos anos alguns livros com obras do seu arquivo pessoal, resultante das diversas exposições que tem organizado desde o final dos anos 80, muitos deles dedicados a Cavellini, amigo e, pelos vistos, a principal referência artística de Bruno.

Por essa altura também mantive correspondência com o Guglielmo Achille Cavellini (na verdade mais ele comigo do que o contrário, já que ia recebendo com regularidade os catálogos e outra documentação que produzia). Ainda hoje tenho vários auto-colantes redondos que se tornaram na sua imagem de marca, (reproduzida em baixo, na minha colagem), cujo elemento mais curioso era o facto de colocar a seguinte data: 1914-2014, que tanto podia ser a do seu previsto falecimento, como simplesmente a do centenário do seu nascimento. Se a ideia era a primeira hipótese, devo dizer que falhou, já que Cavellini faleceu no final dos anos 90.

Mas desta excêntrica personagem ficaram-me algumas memórias curiosas: a primeira foi o facto dele ter ”enjaulado” uma série de pinturas que realizou, mas das quais não gostava, como se tivessem sido colocadas dentro de “paletes” em pinho, e depois expôs esses objectos que passaram a ser novas obras plásticas.

Foi também um adepto (o idealizador?) das exposições ao domicílio: enviava séries de postais com as suas obras dentro de capas onde estava impresso por baixo do título da exposição “exposição ao domicílio”, para amigos e artistas de todo o mundo, para que pudéssemos “assistir” às exposições que realizava.

Foi também um performer. Apresentava-se com a sua característica gabardine branca toda escrita (é bastante conhecida a foto onde ele está vestido com a dita, junto a Andy Wharol), mas o seu projecto mais criativo foram as inúmeras capas de catálogos que desenhou para as exposições que supostamente iria fazer nos mais importantes Museus de Arte Contemporânea internacionais, para os quais nunca foi convidado…

Mas voltando ao livro do Bruno Chiarlone, as 90 páginas impressas a cores contêm a reprodução de obras realizadas em homenagem a Cavellini por várias dezenas de artistas internacionais tais como Anna Boschi, Adolfina De Stefani, Antonio Sassu, Bartolomé Ferrando, Bruno Capatti, Carla Bertola, César Reglero, Clemente Padin, Dobrica Kamperelic, Emilio Morandi, Fernando Aguiar, Julien Blaine, Jürgen O. Olbrich, Klaus Groh, Ko De Jonge, Lancilloto Bellini, Luc Fierens, Michelle Perfetti, Reed Altemus, Tulio Restrepo, Rod Summers, Ruggero Maggi, Ryosuke Cohen ou Vittore Baroni.

Fernando Aguiar, "Homenagem a G.A.C."

segunda-feira, 21 de março de 2011

  SONETO ECOLÓGICO

 Serve esta para assinalar o 6º Aniversário da plantação do “SONETO ECOLÓGICO”, em Matosinhos.

Infelizmente não tenho tido a possibilidade de ir ao norte, (desde Maio de 2009), pelo que não sei como está, actualmente, o SONETO. Calculo que mais crescido e, espero, bem tratado.

Como pouco tenho a acrescentar, o melhor é mostrar algumas das fotografias obtidas na última visita que lhe fiz...








segunda-feira, 14 de março de 2011

PERFORMANCE & POÉTICAS

A inauguração da minha exposição “ART ACTIONS AGAIN” na Galeria dos Prazeres, na Calheta, começou com uma intervenção poética durante a qual interpretei vários poemas experimentais.

Ao fim de mais de 30 anos de actividade, foi a primeira vez que apresentei o meu trabalho na Madeira, apesar do Funchal ter sido um importante embrião da Poesia Experimental em Portugal em meados dos anos 60, através da acção de António Aragão, falecido em Agosto de 2008.

A sala principal da Galeria dos Prazeres não é muito grande, mas tem uma arquitectura bastante agradável e está enquadrada num espaço muito bonito, complementada por um jardim onde decorreu o “cocktail”, onde não faltou a “poncha” nem o vinho da Madeira.

Mas mais importante que as descrições são as imagens, e aqui ficam elas: da performance, da inauguração e da exposição.

Quem quiser conhecer a reportagem da RTP Madeira sobre a exposição, pode ver a partir do minuto 5,45…











quarta-feira, 9 de março de 2011




SE VENDE ???

Integrada na Bienal de Ex-Poesia, organizada pelo colectivo L.U.P.I (La Ultima Porta a la Isquierda), em Barakaldo, Espanha, os activistas poéticos Juan Crego e Patxi Serrano organizaram uma acção “literária” que consistiu na impressão de um cartaz de grandes dimensões (100x65 cm), repleto de poemas visuais de um lado e do outro, de grande impacto visual, que foram colados nas ruas e noutros espaços públicos das cidades onde decorreu a Bienal.

Assim, Barakaldo, Bilbao e Sestao tiveram a possibilidade de contactar com as obras de 45 poetas visuais, quase todos espanhóis, entre os quais Miguel Jiménez/Zenón, Txus Garcia, Sergi Quiñonero, Rodolfo Franco, Antonio Montesinos, Fernando Aguiar, Nel Amaro, César Reglero, Carmen Peralto, Eddie J. Bermúdez, Pere Sousa, José Luis Campal, Felipe Lamadrid, Antonio Gómez, Sérgio Monteiro de Almeida, Gustavo Veja, Caterina Davinio, Francisco Aliseda, Javier Seco, Silvia Lissa, José Blanco, Xavier Sabater e Fausto Grossi, para além dos coordenadores.

Fernando Aguiar, "Calligraphy" 2006

quinta-feira, 3 de março de 2011



ART ACTIONS AGAIN

Inaugura hoje na Galeria dos Prazeres, na Calheta, Madeira, a minha exposição “ART ACTIONS AGAIN” onde vai estar até ao dia 10 de Abril.

A exposição é constituída por pinturas onde é retomada a série apresentada anteriormente na Galeria Pedro Serrenho – Arte Contemporânea (no Porto) em 2005, na qual as telas são realizadas a partir de fotografias de performances, recriadas através de uma transfiguração formal e cromática.

Segundo o crítico Augusto Corvacho “ Efectivamente, é parte da estratégia de produção da sua obra, utilizar com certa frequência imagens de arquivo das acções poéticas levadas a cabo um pouco por todo o mundo.

Deste modo, Fernando Aguiar experimenta outros canais de comunicação e volta a activar o sinal reenviando-o uma e outra vez. O interessante dessa re-apropriação de imagens não está na auto-representação, uma vez que é bem evidente a intenção de apagar qualquer traço retratista e de reconhecimento quando se utiliza propositadamente uma técnica gráfica que coloca num mesmo plano de interesse todos os elementos que participam na dita representação. Deste modo, quer uma letra quer uma cor quer a própria imagem do artista enquadram-se no mesmo nível de importância”.

Não existe, com efeito, a intenção de me retratar ou de me auto-representar, mas apenas a de utilizar imagens de actos criativos efémeros resultantes de intervenções estéticas na produção de novas obras, registando na tela situações artísticas que ficaram apenas na memória de quem as presenciou.

Na inauguração da exposição apresentarei uma performance poética, da qual falarei mais adiante. Em baixo, algumas das telas recentes.


Fernando Aguiar, "Art Action #20", 100x80 cm

Fernando Aguiar, "Art Action #25", 100x80 cm

Fernando Aguiar, "Art Action #26", 100x80 cm

 Fernando Aguiar, "Art Action #23", 100x80 cm

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


10x10+1.ACCIÓN


J. Jesús Sanz, coordenador da Bienal Ex!Poesia (na sua terceira edição) e do colectivo L.U.P.I. (La Única Porta a la Izquierda), é o editor do livro “10x10+1.ACCIÓN – Performance en la Península Ibérica”, organizado por Javier Seco Goñi e por Yolanda Pérez Herreras.

Como o subtítulo indica, o livro pretende dar uma visão da performance em Portugal e em Espanha, com um destaque substancial para a intervenção castelhana, não apenas porque a performance está muito mais difundida, com Festivais e espaços dedicados à performance em diversas cidades espanholas, como porque sou o único participante português no livro e com um texto onde me refiro apenas à performance poética.

Com um texto de apresentação de Bartolomé Ferrando, 10x10+1.ACCIÓN está dividido em três partes. A primeira contém textos de Isidoro Valcárel Medina, José Luis Campal, Fernando Aguiar, Javier Seco Goñi e de Yolanda Pérez Herreras.

A segunda parte é constituída por entrevistas a Belén Cueto, Esther Ferrer, Hilario Álvarez, Isabel León, Joan Casellas, Nelo Vilar, Nieves Correa, Pepe Murciego, Colectivo MAE e Los Torreznos.

O que considero como uma terceira parte, é o DVD inserido no livro com performances de cerca de 40 autores, a maior parte dos já referidos e ainda Analia Beltrán, Antonio Gómez, Ad Hoc, M.A.E., Gustavo Vega, Manuel Almeida e Sousa, Nel Amaro, Paco Nogales, Beatriz Albuquerque e Sergi Quiñonero.