terça-feira, 15 de junho de 2010

AZIL
Julien Blaine, um dos mais significativos poetas experimentais internacionais, organizador de importantes Festivais de Poesia (Cogolin, Tarascon, Marselha, Paris, Lodève, etc.), criador do Centre Internationale de Poèsie Marseille enquanto vereador da cultura e Vice-Presidente da cidade de Marselha no final dos anos 90 e, sobretudo, fundador e director da mais importante revista de poesia visual que se publicou até hoje – “DOC(K)S” - continuada desde há alguns anos por Philippe Castellin e Jean Torregrosa, do colectivo Akenaton, realizou uma “estranha” exposição intitulada “AZIL”.
Pelo que percebi, e exposição foi constituída por obras inspiradas nos vestígios pré-históricos encontrados numa gruta em Mas d’Azil, em França, apesar do pequeno catálogo não ser explícito em relação a est tipo de elementos.
Para além das próprias obras, Julien Blaine pediu a diversos artistas que apanhassem uma pedra num rio ou num lago dos respectivos países, que pintassem uma das mãos, e com a mão pintada pegassem na pedra de modo a que esta ficasse com a mão “impressa”.
Depois cada artista teria que fotografar o local onde encontrou a pedra, fotografar a mão com que segurou a mesma, e enviar essas fotos e a pedra com a indicação do local onde a tinham encontrado.
As pedras enviadas fizeram parte da exposição e foi editada uma colecção de postais com as fotografias e as referências enviadas por cada artista. A mão com que segurei a pedra que enviei para a exposição foi esta:

2 comentários:

gabriela r martins disse...

bom dia

mão.de.mestre



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um beijo
( acompanhado de um pedido de autorização - posso utilizar alguns textos seus no meu actual blogue de "exercícios" sobre poesia experimental - pictu graphias? )

gabriela r martins disse...

no comentário anterior esqueci.me de enviar.lhe o link do blogue em questão - http://asfronteirasdasimagens.blogspot.com - .assim poderá responder com conhecimento de "causa"......



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um beijo